Sérgio Jimenez, de 33 anos, nascido em Piedade-SP e atualmente mora em São Paulo Capital, sempre gostou de corridas e fortes emoções. E ele diz que se algum piloto tem medo de que possa acontecer algum acidente, pois esse piloto tem que parar de correr

Desde pequeno, sua família sempre gostou de corridas. Seu pai acompanhava Fórmula 1 desde quando ele já se entendia por gente. Sérgio sempre teve quando pequeno bugui, motinha e adorava ficar pilotando.

Sérgio sempre gostou de velocidade, e quando foi assistir a inauguração do kartódromo em Itu, foi quando ele começou com corridas, com apenas 10 anos. De lá para cá, ele nunca parou e chegou até onde está hoje, com altos e baixos.

“Minha família foi essencial no meu começo, desenvolvimento no automobilismo. Sem eles não teria chegado a lugar algum”, diz Sérgio ao Torcedores.com .

Sérgio não tem um ídolo. Ele tem admiração por aqueles que trabalham duro, não desistem, são honestos, corretos, tratam o próximo como deve ser tratado com respeito. Ele admira aqueles que tem honra, e cumprem com o que combinam e admira quem trabalha duro e busca a excelência em tudo o que faz, seja um faxineiro em sua limpeza, seja um CEO na busca para ter uma empresa boa.

Sua primeira equipe foi no Kart, e na Roda Motors e durante sua carreira ele passou por diversas equipes e diversos países.

“Faço treinos físicos três vezes por semana, para manter em dia o físico para as corridas. E não tenho medo de que possa acontecer algum acidente, pois o piloto que tiver, tem que parar de correr”, diz Sérgio.

Hoje o automobilismo e limitadíssimo em treinos, então o pouco que ele tem, ele utiliza para desenvolver o equipamento. Para o piloto, resta o simulador e um pouco de kart.

“Não é um mundo fácil, não é um esporte barato, então para aqueles que são amantes do automobilismo, e que talvez não tenham condições de seguir a carreira, possam tentar entrar no meio como um profissional de engenharia, mecânico, chefe de equipe, engenheiro de data, pois o mundo do automobilismo carece de bons profissionais”, finaliza Sérgio.

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